Paulo Afonso de Barros
preciosos segundos de paz...
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Gratidão à brisa que dói e alivia...

Grato aos artistas poetas e pintores, senhores das letras e das tintas, guardiões das muitas formas de expressão dos sentimentos de todos que não passam pela vida indiferentes, a vivem plenamente, celebrando-a e a sofrendo em todos seus amores e perdas.

Grato por darem voz àqueles que alimentam saudades de pessoas e situações sonhadas que nunca puderam ser, mas, tal e qual brasa inflamada pela brisa inocente as sofrerão enquanto a lucidez deixar.

Grato por traduzirem a dor que dói gostosa, fruto de um único momento de um olhar que ficou, nunca mais visto, guardado no coração de quem a sofre sem querer perdê-la.

Grato por suas solidões transformadoras onde encontram o ânimo das criações imortalizadas pela força de sublimes e delicados beijos não revelados e flores não entregues às belas e belos que ficaram no tempo.

Grato por versarem que todas as formas de amor valeram, valem e valerão a pena, pois vivem em almas não pequenas.

Grato por contemplarem pessoas que nunca se viram ou se verão e se amam e continuarão se amando em todas as vezes que mirarem os céus e suas guardiãs, as estrelas, depositárias de todas suas confissões.

Grato aos poetas que nunca pegaram em armas para transformarem almas e mentes.

Grato aos poetas, senhores das letras e das tintas, sobreviventes imprescindíveis aos tempos de fanatismos, perseguições, violências, intolerâncias e pseudoverdades absolutas, estão e serão guardados eternamente.

Grato ao artista, pacificador e humano maior, Jesus Cristo, que plantou a ideia imortal da necessidade do amor universal entre a família humana, sem distinção de credos ou raças.


“Temos saudades do que não existiu, e dói bastante”. (Carlos Drummond de Andrade)

“Não existe nada mais artístico do que amar verdadeiramente as pessoas”. (Vincent van Gogh)

“Não há você sem mim. Eu não existo sem você”. (Tom Jobim e Vinicius de Moraes).

“Eu protegi o teu nome por amor, em um codinome beija-flor, não responda nunca meu amor para qualquer um na rua beija flor” (Cazuza).

“Que seja doce a dúvida a quem a verdade pode fazer mal”. (Michelangelo)

"Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" (Jesus Cristo).
Paulo Afonso de Barros
Enviado por Paulo Afonso de Barros em 23/04/2017
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